TRÊS MINUTOS

(35 mm, 6 min, cor, 1999)
(janela 1.33, som óptico mono)

Três minutos. O tempo de passar o bastão e correr 1600 metros. De cozinhar um ovo. O tempo de tomar uma decisão que pode mudar a sua vida, antes que caia a ficha.

 Lisa Becker
Foto por Carlos Gerbase: Lisa Becker

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ROTEIRO | FOTOS DE CENA | CANNES 2000

MÚSICA ("Três minutos", de Leo Henkin)

Direção: Ana Luiza Azevedo

Produção Executiva: Nora Goulart e Luciana Tomasi
Roteiro: Jorge Furtado
Direção de Fotografia: Alex Sernambi
Direção de Arte: Fiapo Barth
Música: Leo Henkin
Montagem: Giba Assis Brasil

Uma Produção da Casa de Cinema PoA

Elenco Principal:
Lisa Becker (Marília)
Werner Schünemann (Voz do Mágico, português)
Sérgio Lulkin (Voz do Mágico, inglês)

CRÉDITOS COMPLETOS

Prêmios

  • 6º Prêmio Iecine (Governo do Estado/RS), 1997-98:
    Apoio à Produção.
  • 27º Festival de Gramado, Cinema Latino e Brasileiro, 1999:
    Prêmio Especial do Júri de Curtas Gaúchos.
  • 10º Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo, 1999:
    Destaque do Júri Popular (entre os 10 filmes mais votados), Seleção Do Espaço Unibanco
  • 7º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, 1999:
    Melhor Direção de Arte
  • 6º Vitória Cine Vídeo, 1999:
    Melhor Filme de Ficção e Melhor Direção de Arte
  • 32º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 1999:
    Melhor Filme de Curta Metragem
  • 1º Grande Prêmio Cinema Brasil (Ministério da Cultura), 2000:
    Prêmio Humberto Mauro para o Melhor Curta-metragem
  • 53º Festival de Cinema de Cannes, França, 2000:
    Único curta brasileiro selecionado para a competição oficial.
  • 8º Festival de Capalbio (Itália), 2001:
    Prêmio Haibun para a melhor idéia criativa.
  • Integrante da Mostra "Os 30 Clássicos do Curta Brasileiro na Década de 90", a partir de seleção feita por personalidades do cinema do país.

 

Crítica

"Três Minutos é puro cinema: decide-se o destino de um casal no tempo que dura uma ficha telefônica, uma corrida de revezamento (vista pela TV) e a ebulição da água do café."
(José Geraldo Couto, Folha de São Paulo, 20/08/99)

"Ana Luiza Azevedo já realizou outros bons filmes de temáticas social, e aqui ela passa seu recado sobre a condição feminina na sociedade de hoje através de uma mensagem deixada em uma secretária eletrônica."
(M.J., Jornal do Brasil, 23/11/99)

"Três minutos é um filme de sensibilidade feminina, dirigido com talento e rigor. Esse é o tempo em que se pode tomar a decisão que vai mudar uma vida - ou duas, já que a decisão é de uma mulher que precisa encarar o dilema de ir embora e deixar o homem que ama ou ficar com ele e frustrar-se. Bonito e delicado.
(Luiz Zanin Oricchio, O Estado de São Paulo, 30/11/99)

"Três Minutos, de Ana Luiza Azevedo, trata também de uma figura socialmente eclipsada - no caso, a mulher de um mágico de circo mambembe. A luz crepuscular define o destino dessa mulher ansiosa não por uma vida nômade a aventureira, mas sedentária e segura. A imagem de um trailer no descampado, a figura de Mandrake pintada na lataria e a voz do mágico na secretária eletrônica, dizendo que nem mesmo ele pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, sugerem uma aproximação com o imaginário felliniano. (...) Três Minutos representa mais do que um drama particular. É um painel sociológico feito com muita imaginação, sensibilidade e um cuidado raro de produção (a cargo de Fiapo Barth)."
(Antônio Gonçalves Filho, O Estado de S.Paulo, 02/03/2000)

"Encore plus impressionant, par sa maîtrisse du langage cinématographique, est TROIS MINUTES, de la Brésillienne Ana Luiza Azevedo, qui, en deux fois plus de temps que ne le prétend son titre, construit une subtile évocation du paysage mental d'une femme victime d'un rêve d'enfance. Tous les films de ce programme racontent des histoires, ou les suggèrent, aucun n'enonce un discours, préferant faire confiance à la mise en scène et à ses moyens particulliers pour produire émotion et amusement."
(Jean-Michel Frodom, Le Monde 23/05/2000)

"La película de Ana Luiza Azevedo dura sólo tres minutos, pero en ésta hay dos temas fundamentales: la ruptura sentimental y el deseo de encontrar un mejor futuro."
(Juan Rodríguez Flores, La Opinión, Los Angeles, 28/07/2000)

23/06/1999

AnexoTamanho
Tres_minutos.mp32.14 MB